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| São Paulo sobe 37 posições em ranking de cidades mais caras para estrangeiro viver |
| Qui, 24 Jul, 13h00 |
De acordo com pesquisa realizada pela Mercer, com 143 cidades em seis continentes, o Rio de Janeiro também se destaca, uma vez que subiu 33 posições no ranking, passando do 64º lugar na apuração de 2007 para o 31º este ano.
Os dados, divulgados nesta quinta-feira (24), revelaram que, nas Américas, São Paulo e Rio de Janeiro perdem apenas para Nova York (EUA), que ficou na 22ª posição entre as cidades mais caras da região para estrangeiros morarem.
Mais cara e mais barata
O primeiro lugar do ranking foi ocupado por Moscou (Rússia), pela terceira vez consecutiva. Já Assunção (Paraguai) ficou na última posição, considerada, pela sexta vez seguida, a cidade mais barata para estrangeiros viverem.
Nova York é tida como a cidade referência na pesquisa, com 100 pontos. Moscou ficou com 142,4 pontos na pesquisa, algo perto de três vezes a pontuação de Assunção (52,5). Ao contrário do que foi observado no ano passado, a diferença ente a cidade mais cara e a mais barata está se ampliando. Veja, na tabela abaixo, as dez cidades mais caras:
SÃO PAULO - São Paulo subiu 37 posições no ranking das cidades mais caras do mundo para estrangeiros viverem, alcançando o 25º lugar neste ano, ante o 62º no ano passado.
Colocação
Cidade
1º
Moscou
2º
Tóquio
3º
Londres
4º
Oslo
5º
Seul
6º
Hong Kong
7º
Copenhague
8º
Genebra
9º
Zurique
10º
Milão
A pesquisa compara o valor de 200 itens em cada cidade, incluindo habitação, transporte, alimentação, entretenimento, roupas e outros.
Mudança no ranking
A gerente de pesquisa e diretora da Mercer, Yvonne Traber, comentou que a desvalorização do dólar, aliada ao fortalecimento do euro e outras moedas, causou mudanças significativas no ranking deste ano.
"Embora cidades tradicionalmente caras da Europa Ocidental e Ásia ainda permaneçam entre as 20 primeiras, cidades da Europa Oriental, Brasil e Índia subiram na lista. Por outro lado, alguns locais como Estocolmo e Nova York aparecem agora menos caras na comparação", afirmou.
De acordo com ela, a pesquisa confirma a tendência global de aumento de preço de alimentos e gasolina, ainda que não seja consistente em todos os locais, o que é balanceado pelo barateamento de eletroeletrônicos e outros utensílios domésticos. "Atribuímos isso a importações mais baratas de países desenvolvidos, especialmente a China, e a avanços na tecnologia".
Em alguns casos, o aumento do custo de vida se dá pelo crescimento econômico acelerado do País.
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