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Página principal  >  Finanças pessoais  > Preço de energia residencial cai 1,55% e contribui para a desaceleração do IPC-S Infomoney
Preço de energia residencial cai 1,55% e contribui para a desaceleração do IPC-S
Qua, 1 Jul, 09h00

SÃO PAULO - A queda nos valores de tarifas de eletricidade residencial influenciou o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor Semanal) da última semana de junho, que registrou queda de 0,08 ponto percentual em relação a semana imediatamente anterior, passando de 0,20% para 0,12%, segundo divulgou a FGV (Fundação Getúlio Vargas) nesta quarta-feira (01).

O item em questão registrou uma redução nos preços de 1,55%, ainda mais intensa do que a registrada na semana encerrada em 22 de junho, de -0,71%. Isso fez com que o grupo Habitação também registrasse redução em sua taxa de variação, que passou de 0,30% para 0,12%.

Outro índice de destaque foi Cigarros, cujo índice passou de 2,51% para 0,24%, já mostrando uma estabilização nos preços, que haviam registrado fortes altas com o aumento do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados). Com isso, o grupo Despesas Diversas passou de 1,11% para 0,31%, sendo a segunda maior influência na desaceleração do IPC-S.

Outros grupos

Grupos como Vestuário (0,64% para 0,43%), Transportes (-0,07% para -0,14%), Educação, Leitura e Recreação (0,05% para -0,04%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,32% para 0,27%) também apresentaram recuos em suas taxas, com destaque para os itens roupas (0,87% para 0,75%), gasolina (0,22% para 0,08%), passagem aérea (1,09% para -0,20%) e artigos de higiene e cuidado pessoal (0,12% para -0,07%), na ordem.

Já o grupo Alimentação foi o único a apresentar aceleração em sua taxa de variação, passando de 0,01% para 0,12%. O resultado aconteceu devido principalmente ao comportamento de frutas (-5,22% para -3,10%), aves e ovos (1,44% para 2,97%) e adoçantes (-1% para -0,01%).

Acumulado

No acumulado do primeiro semestre do ano, o IPC-S registra alta de 3,84%, influenciado principalmente pelo comportamento dos preços de leite tipo longa vida, com alta de 35,13% no período, cigarros (21,80%), batata-inglesa (66,68%) e aluguel residencial (4,48%).

Em contrapartida, itens como tomate (-26,85%), limão (-59,18%), passagem aérea (-26,90%) e feijão preto (-33,26%) seguraram a alta do IPC-S no acumulado do ano.

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